Chelsea Surpreende o Liverpool em Anfield

Hoje foi dia de analisar um jogo entre times do Big Six da Premier League. Chelsea visitou o Liverpool em Anfield e saiu vitorioso. Mas como será que Thomas Tuchel surpreendeu Jürgen Klopp?

A resposta para essa pergunta começa com a escalação de Timo Werner. Ele é o verdadeiro símbolo da estratégia adotada pelo Chelsea especificamente para essa partida.

Na entrevista pré-jogo, Tuchel repetiu várias vezes a palavra “velocidade”. O que pode parecer uma coisa genérica, mas tudo ficou mais claro quando a bola começou a rolar.

O Liverpool começou a partida com mais volume de jogo. Nos primeiros 10 minutos fez bem a marcação pressão, mas não conseguia transformar posse de bola ofensiva em jogadas de finalização.

A partir do minuto 10, as táticas ofensivas do Chelsea começaram a ficar evidentes: forçar os lançamentos buscando as costas da linha defensiva do Liverpool, com Timo Werner, Mason Mount e Ziyech.

Fabinho passou sério apuros com Timo Werner no primeiro tempo. O Chelsea marcou um gol anulado por centímetros, mas fez valer sua vantagem ofensiva e abriu o placar ainda no primeiro tempo.

No segundo tempo o jogo mudou, o Chelsea passou a valorizar mais a posse de bola, perdeu um pouco da verticalidade e abriu mão de subir o bloco o tempo todo. Com isso o Liverpool conseguiu um bom volume de jogo ofensivo. Porém, sem muita eficiência ofensiva.

O Liverpool insistiu bastante em trocas de passes por dentro do bloco do Chelsea para finalizar, que bem compactado não teve muitas dificuldades para neutralizar esses ataques.

No vídeo abaixo você confere a análise do jogo minuto a minuto. Vou comentando o que estou interpretando do jogo, enquanto preencho o mapa de ações da partida.

Grande abraço e até a próxima!

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